quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Semana Especial Guardião: Mari Scotti

Oi gente, como sabem essa semana está tendo aqui no blog a Semana Especial Guardião. E eu fiz uma pequena entrevista com a autora do livro Guardião, da série Neblina e Escuridão, Mari Scotti.








Quantos livros a série Neblina e Escuridão vai ter? - Estou tentando encurtar para 3 a pedido da editora. Então 3. Se tudo der certo e eu conseguir diminuir o 4 e tornar tudo um livro 3 haha.
De onde você tira inspiração para escrever? - Não sei. As ideias simplesmente vem. Híbrida eu me inspirei em Crepúsculo, mas os outros livros aconteceram na minha cabeça “do nada” e precisei colocar no papel.

De onde veio a ideia da série?
- De Crepúsculo. Quando terminei de ler Amanhecer fiquei revoltada pela Reneesme existir. E então minha revolta virou obsessão. Ficava imaginando como seria pra ela, meio-vampira, morar em uma vila de lobisomens já que ela seria a futura senhora Black. Então surgiu a ideia pra Ellene.
Você fez uma cirurgia a pouco tempo, como que foi? - Foi tudo bem, graças a Deus. Fiz redução do estômago em março desse ano e até agora já eliminei 30 kg. Não é fácil deixar de comer o que se gosta por opção e não por obrigação, porque agora que já consigo comer de tudo, é uma questão de escolha. Posso muito bem comer um chocolate, mas opto por uma cenoura porque se não, engordarei tudo de novo a longo prazo. Mas gosto muito de como me sinto agora: sem dores, sem falta de ar, me sentindo bonita e vaidosa. Nada paga a sensação de me sentir feminina de novo.
Você escrevia durante o processo de recuperação? - Pior que não. Fiquei tão mal humorada nas primeiras semanas que só sabia assistir séries e ver novela haha.
Ela de alguma forma te ajudou a escrever? - Então... eu tenho um livro sobre bullying que ficou esquecido quando cheguei no momento crucial da personagem gorda escolher entre fazer redução de estômago ou não. Na época eu achei que se ela escolhesse a redução os leitores iriam pensar que eu estava aprovando a ideia do corpo ideal e induzindo pessoas gordinhas como eu a se sentirem mal por serem gordas. Então abandonei o livro. Mas, agora que conheço o processo porque passei por ele e sei meus motivos para ter escolhido a saúde, me sinto preparada para fazer a personagem escolher, sem medo de retaliações. Portanto sim, a cirurgia me ajudará a escrever.



Quais são seus autores favoritos? - Nacionais: Denise Flaibam, Keila Gon, Bárbara Morais e Carina Rissi. Estrangeiros: Julia Quinn, Stephenie Meyer e atualmente Nora Roberts.
E livros favoritos? - Dessas autoras! Mas meu predileto é “O Visconde que me amava” da Julia Quinn.
Como te acompanho, sei que você tem outros projetos em andamento, pode falar um pouco sobre eles? - Menina... eu escrevo muita coisa ao mesmo tempo. Atualmente estou tentando terminar as séries e escrever os livros da sequência da Família Hallinson. Não é bem uma série, pois serão livros individuais, focando personagens diferentes. Estou amando escrever livros de época e é em um deles que estou trabalhando no momento.
Você escreve em qualquer lugar, ou precisa ser em um cantinho, com silêncio? - Eu escrevo melhor quando estou no serviço, acho que porque não tem facebook disponível. Quando meu chefe não está muito agitado e quieto escrevo mais ainda. Não atrapalha no trabalho porque eu deixo tudo feito antes de abrir o word e se chega alguma coisa pra fazer, paro de escrever, resolvo e depois volto. Dificilmente escrevo em casa e estou tentando mudar isso pra remir melhor meu tempo. Música me ajuda muito quando estou em casa, me faz desligar de tudo e mergulhar na história, mas não preciso de silencio não. Silêncio na verdade me incomoda, começo a ouvir sons de insetos (tenho pavor de baratas!), e começo a procurar essas benditas em todo lugar. Então quando tem barulho, ele me ajuda a ignorar minha fobia.

Página

Outro livro da autora:

Montanha da Lua

Há séculos uma verdade acompanha cada herdeiro do ducado de Bousquet: A Maldição dos Hallinson’s.
Conta-se que a tragédia os acompanha, levando à morte as esposas em seu primeiro ano de matrimônio. Geração após geração, aprendem sua sina e a regra a seguir para possuir uma união frutífera e longa.
Octávio Hallinson Segundo sofre as consequências de não seguir estes ensinamentos. Viúvo, isolou-se da sociedade, fugindo da responsabilidade de casar-se novamente para providenciar um herdeiro para seu título. 
Um homem marcado pela dor.
Mical Baudelaire Nashgan sempre foi uma mulher decidida, enfrentando as ordens de sua tia e negando-se a seguir o protocolo que obrigava mulheres a procurar maridos apenas por posse de títulos e dinheiro e não por amor.
O posicionamento contraditório aos costumes afastou os candidatos, tornando-a uma das únicas solteironas que sua província conheceu. A mais bela dentre elas.
Uma tragédia a coloca frente aos perigos da floresta aos pés da Montanha da Lua e seu futuro torna-se incerto e assustador.


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